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	<title>Blog &#124; Farmácia São Camilo</title>
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		<title>Tratamento de faringite bacteriana realizado por farmacêuticos clínicos é custo-efetivo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 06:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tratamento de faringite bacteriana realizado por farmacêuticos clínicos é custo-efetivo. É o que mostra um estudo feito na Universidade de Nebraska (EUA). O objetivo desta pesquisa é avaliar a relação custo-efetividade de um programa em farmácia comuntária em que o farmacêutico realiza a avaliação e tratamento de pacientes adultos com possível faringite causada por Estreptococos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tratamento de faringite bacteriana realizado por farmacêuticos clínicos é custo-efetivo. É o que mostra um estudo feito na Universidade de Nebraska (EUA).</p>
<p>O objetivo desta pesquisa é avaliar a relação custo-efetividade de um programa em farmácia comuntária em que o farmacêutico realiza a avaliação e tratamento de pacientes adultos com possível faringite causada por Estreptococos do Grupo A.<br />
O modelo de avaliação considerou sete possibilidades de tratamento:<br />
1) Médico tratanto, apenas a partir da observação clínica<br />
2) Médico tratando todos os pacientes com antibitóticos, de modo empírico;<br />
3) Médico tratando a partir de cultura de garganta feita para todos os pacientes;<br />
4) Médico tratando a partir de teste rápido de detecção de antígenos feitos para todos os pacientes + cultura de garganta para paciente negativos neste teste;<br />
5) Médico tratando a partir apenas de teste rápido de detecção de antígenos feitos para todos os pacientes;<br />
6) Enfermeira tratando em um pronto atendimento, a partir de teste rápido de detecção de antígenos feito para todos os pacientes<br />
7) Farmacêutico tratando na farmácia comunitária a partir de teste rápido de detecção de antígenos feitos para todos os pacientes.<br />
Os resultados foram comparados pela relação custo/dias de vida ajustados por qualidade (DVAQ). Foram considerados todos os custos diretos envolvidos, não só o custo do medicamento. O ponto de corte para se considerar uma estratégia de tratamento custo-efetiva foi de U$ 137.00 por DVAQ.<br />
O tratamento feito pelo farmacêutico na farmácia comunitária foi a estratégia mais custo-efetiva de todas. Foi ainda dominante (isto é, mais efetiva e também mais barata) do que as estratégias 1, 2, 5 e 6.<br />
Este estudo é o primeiro a mostrar que o farmacêutico da farmácia comunitária pode ser uma estratégia custo-efetiva para tratamento de adultos com faringite bacteriana se utilizar testes rápidos para avaliação da presença de antígenos anti-estreptococos.<br />
A existência desses testes rápidos e de protocolos bem estabelecidos faz desta doença um exemplo ideal de condições que podem ser tratadas em locais alternativos ao pronto-atendimento ou centros de atenção primária.<br />
O tratamento na farmácia comunitária permite o tratamento mais conveniente e menos dispendioso para estes pacientes.<br />
Um ponto importante a se considerar é que sem a utilização destes tests rápidos, isto é, com o farmacêutico fazendo tratamento apenas de modo empírico, o tratamento na farmácia comunitária não prova ser mais custo-efetivo.<br />
Os gestores e contribuintes que procuram reduzir os custos globais de saúde devem considerar apoiar estratégias custo-efetivas, tais como utilização de farmácias comunitárias como prestadores de cuidados primários.<br />
<a href="http://www.facebook.com/l/FAQFleGvY/www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22554040" target="_blank">http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22554040</a></p>
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		<title>ANTIGRIPAIS: USO ADEQUADO PARA EVITAR RISCOS À SAÚDE !</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro Macedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIM - CENTRO DE INFORMAÇÃO SOBRE MEDICAMENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[antigirpais]]></category>
		<category><![CDATA[intoxicação]]></category>
		<category><![CDATA[uso racional de medicamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[O inverno chega e as gripes e resfriados acometem grande parte da população. Os antigripais são os principais medicamentos para combater os sintomas do estado gripal. Mas deve ser usado com cautela para evitar intoxicações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>QUAL A DIFERENÇA ENTRE GRIPE E RESFRIADO ?</strong></p>
<p>A gripe é uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus <em>Influenza</em> (família dos <em>Ortomixovirus</em>), que subdivide-se nos tipos A, B e C. É uma infecção que resulta em cura completa devido à reação do próprio organismo ao vírus, sem mesmo o uso de medicamento (tipo C). Se tratando de casos em que a gripe pode se manifestar de uma forma mais grave necessita-se o uso de medicamentos, exigindo inclusive internação hospitalar. Os tipos A e B, por serem altamente transmissíveis e mutáveis, causam maior morbidade e mortalidade.</p>
<p>Os sintomas manifestam-se bruscamente e costumam durar mais de uma semana, apresentando- se dores musculares, febre alta, dor de cabeça e perda de apetite ou náuseas.</p>
<p>Já o resfriado é a infecção das vias aéreas superiores que afeta primordialmente a mucosa nasal e pode ser desencadeado por uma série de vírus, assim sendo muito confundido com a gripe, porém é mais brando e menos duradouro.</p>
<p><strong>POR QUE USAR OS ANTIGRIPAIS DE FORMA RACIONAL ?</strong> </p>
<p>Pela variedade de sintomas apresentados, as fórmulas dos antigripais costumam ser um conjunto de analgésico (dipirona sódica e/ou cloridrato de orfenadrina), antipirético (dipirona sódica e/ou paracetamol), anti-histamínico (maleato clorfeniramina). Embora esses princípios ativos estejam juntos no mesmo medicamento, eles apresentam mecanismos independentes de ação farmacológica, aliviando apenas os sintomas da gripe.</p>
<p>Pode haver reações adversas como hipersensiblidade, resultando em uma reação alérgica, hepatotoxidade e erupções cutâneas, também pode ocorrer efeito aditivo sobre o estado de alerta e as habilidades motoras, caso do maleato de clorfeniramina.</p>
<p>É preciso obter alguns cuidados ao uso de antigripais, como por exemplo,  ingeri-los sempre com água e administrar a quantidade recomendável por dia, para evitar a superdosagem que pode acarretar problemas hepáticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Colaboradores (Estagiárias da Farmácia-Escola São Camilo):</p>
<p>Thalita Lodi Silva</p>
<p>Patrícia Tamy Takenaka</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Orientação:</p>
<p>Prof. Alexsandro Macedo Silva</p>
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		<title>&#8216;Novo IMC&#8217; compara cintura com altura</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 06:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[É hora de dizer adeus ao IMC (índice de massa corporal). A proposta é de pesquisadores britânicos, que apresentam hoje em Lyon, na França, uma revisão de estudos mostrando que a proporção entre a cintura e a altura prevê melhor o risco cardíaco e de diabetes do que a velha escala do IMC. O índice [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É hora de dizer adeus ao IMC (índice de massa corporal). A proposta é de pesquisadores britânicos, que apresentam hoje em Lyon, na França, uma revisão de estudos mostrando que a proporção entre a cintura e a altura prevê melhor o risco cardíaco e de diabetes do que a velha escala do IMC.<br />
O índice de massa corporal é calculado dividindo o peso em quilos pela altura, em metros, ao quadrado. A conta sugerida pela pesquisa da médica Margaret Ashwell, da Universidade Oxford Brookes, é ainda mais fácil: a circunferência da cintura deve ser, no máximo, a metade da altura. Se uma pessoa tiver 1,60 m de altura, sua cintura deve ter até 80 cm. Mais do que isso é sinal de risco.</p>
<p>GORDURA ABDOMINAL<br />
Medir a cintura para ver risco cardíaco não é uma ideia nova. Mas, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, os padrões usados hoje (102 cm para homens e 88 cm para mulheres como limite máximo) não levam em conta a altura. &#8220;Claro que uma pessoa de 1,90 m com cintura de 94 cm não tem o mesmo risco de uma com 1,50 m e a mesma circunferência.&#8221;<br />
O que faltava era a comprovação de que uma cintura medindo 50% da altura é um indicador fiel da maior probabilidade de ter problemas cardíacos e metabólicos.<br />
A revisão de estudos feita pelos britânicos analisou 31 trabalhos, envolvendo um total de 300 mil pessoas.<br />
A pesquisa também levou em conta diferentes etnias para encontrar a proporção máxima da cintura.<br />
Isso é importante porque um dos pontos fracos do IMC é que ele tem significados diferentes para cada etnia. De acordo com Halpern, indianos e japoneses já apresentam risco de diabetes com valores de IMC considerados normais (entre 20 e 25).<br />
O IMC também não discrimina entre massa muscular e gordura na hora da conta. Por isso é que a cintura começou a ganhar importância.<br />
De acordo com o médico da USP, o risco para a saúde é maior quando a pessoa tem mais gordura entre as vísceras. Essa gordura é mais perigosa do que a localizada logo abaixo da pele. A medida da circunferência não diferencia entre as duas.<br />
&#8220;Por isso também essa medida pode ser falha. Mas, quanto maior é a circunferência, mais gordura há dentro e fora das vísceras. Com a altura, a precisão aumenta.&#8221;<br />
Segundo a autora do estudo, a proporção entre altura e cintura, além de servir para pessoas com qualquer ascendência, também vale para crianças -a versão infantil do índice de massa corporal tem uma escala que varia de acordo com a idade.<br />
De acordo com Ashwell, a nova medida já está ganhando apoio em países como EUA, Austrália, Japão, Índia, Irã e também no Brasil.<br />
Pesquisadores da City University de Londres estimaram que um não fumante de 30 anos reduz sua expectativa de vida em até 33% se a medida de sua cintura corresponder a 80% de sua altura.<br />
&#8220;Manter a circunferência da cintura no ponto certo aumenta a expectativa de vida para todas as pessoas do mundo&#8221;, disse Ashwell.<br />
Halpern lembra, no entanto, que, como todo estudo epidemiológico, esse também vai se deparar com casos que fogem à regra.</p>
<p>Fonte: Folha de S.Paulo</p>
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		<title>XII Semana de Assistência Farmacêutica do CUSC</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 06:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades de Extensão]]></category>

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		<description><![CDATA[Período: 16, 17 e 18/05 campus Ipiranga I  16/05/12 19h00: SUPLEMENTOS ALIMENTARES  20h30 INTERVALO  21h00: Formação acadêmica-profissional 17/05/12 8h00: Formação acadêmica-profissional 9h30: Projeto Rondon 11h00: Suplementos alimentares 18/05/12 8h00: Gestão em Farmácia Hospitalar 9h30: Estudo de Caso Clínico – Discussão multiprofissional 11h00: Políticas públicas de controle e prevenção do câncer: papel do Instituto Adolfo Lutz no diagnóstico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Período: 16, 17 e 18/05</strong></p>
<p align="center"><strong>c</strong><strong>ampus</strong> <strong>Ipiranga I</strong></p>
<p> <strong>16/05/12</strong></p>
<p><strong>19h00: SUPLEMENTOS ALIMENTARES</strong></p>
<p> <strong>20h30 INTERVALO</strong></p>
<p> <strong>21h00: Formação acadêmica-profissional </strong></p>
<p><strong>17/05/12</strong></p>
<p><strong>8h00: Formação acadêmica-profissional </strong></p>
<p><strong>9h30: Projeto Rondon</strong></p>
<p><strong>11h00: </strong><strong>Suplementos alimentares</strong></p>
<p><strong>18/05/12</strong></p>
<p><strong>8h00: Gestão em Farmácia Hospitalar</strong></p>
<p><strong>9h30: Estudo de Caso Clínico – Discussão multiprofissional</strong></p>
<p><strong>11h00: Políticas públicas de controle e prevenção do câncer: papel do Instituto Adolfo Lutz no diagnóstico precoce do câncer do colo do útero</strong></p>
<p><strong>19h00:</strong> <strong>Gestão em Farmácia Hospitalar</strong></p>
<p><strong>21h00: Projeto Rondon</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Audiência mostra que destinação segura de remédios vencidos ainda é desafio para o Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 06:41:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O descarte de medicamentos vencidos continua sendo feito de forma inadequada no país. Essa deficiência, que impõe riscos ao meio ambiente e à saúde pública, foi reconhecida em audiência pública realizada, nesta quinta-feira (10), pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi instituída [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O descarte de medicamentos vencidos continua sendo feito de forma inadequada no país. Essa deficiência, que impõe riscos ao meio ambiente e à saúde pública, foi reconhecida em audiência pública realizada, nesta quinta-feira (10), pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).<br />
A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi instituída em meados de 2010, mas a Lei nº 12.305/10, que a regulou, não incluiu os medicamentos entre os produtos submetidos ao sistema de logística reversa. Por meio de uma ação de responsabilidade compartilhada, a logística reversa delega ao consumidor a tarefa de levar os materiais inservíveis a pontos específicos de coleta para, a partir daí, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes providenciarem seu descarte seguro.<br />
Apesar dessa lacuna legal, o governo federal, a indústria farmacêutica, atacadistas e varejistas de medicamentos buscam uma solução para o problema. A expectativa é de que um acordo setorial seja fechado até o início de 2013. Paralelamente, vêm ocorrendo experiências esparsas de recolhimento e destinação final de remédios vencidos, concentradas nas regiões Sul e Sudeste.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Contaminação</strong><br />
De acordo com o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Jaime César de Moura Oliveira, de 5 mil a 34 mil toneladas de medicamentos vencidos são geradas anualmente no país. Corrigir essa imprecisão quanto à quantidade de resíduos é fundamental, conforme observou, para estruturar e dimensionar os custos da logística reversa no setor.<br />
- O descarte de medicamentos é feito de forma aleatória no lixo urbano [no caso de comprimidos] ou na rede pública de esgoto [no caso de líquidos] – denunciou Jaime Moura, apontando ainda como problema paralelo a intoxicação decorrente da eventual reutilização de um remédio fora de validade.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Desafios</strong><br />
Três desafios se impõem à estruturação da logística reversa para medicamentos, segundo alertou o presidente-executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto. O quebra-cabeça seria equacionar o alto custo do sistema, definir um modelo que atenda às dimensões continentais do país e resolver o dilema da destinação do resíduo dentro da própria cadeia produtiva.<br />
- Já vimos farmácia enterrando medicamento vencido na beira de um rio em São Paulo – comentou.<br />
O tamanho do problema também pode ser avaliado pelo fato de 53 mil das 65 mil farmácias em funcionamento atuarem de forma independente, com um volume de vendas muito baixo. A Abrafarma reúne os demais 12 mil estabelecimentos, que detêm 75% do mercado, mas estão presentes em apenas 150 dos cerca de 5,5 mil municípios brasileiros.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Subsídio</strong><br />
O presidente do Conselho Consultivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), Jorge Raimundo, questionou a inserção do poder público no esquema de responsabilidade compartilhada para o descarte adequado de medicamentos. Ele não considerou inviável uma solução para o alto custo do sistema e insinuou a possibilidade de subsídio ao se queixar da carga tributária no setor. Destacou ainda a possibilidade de uma campanha conjunta.<br />
- Gostaríamos de fazer uma campanha com a divisão de custos entre todos os envolvidos na cadeia – anunciou.<br />
O senador Aníbal Diniz (PT-AC), na presidência dos trabalhos, elogiou, ao final do debate, a responsabilidade social demonstrada pela cadeia produtiva de medicamentos que, mesmo sem determinação legal, está disposta a viabilizar o descarte seguro do material vencido.<br />
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<p>Fonte: Cenário MT</p>
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		<title>Metanfetamina causa estragos na juventude da Tailândia</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 06:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Toxicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Droga sintética conhecida como &#8220;yaba&#8221; provoca sérios transtornos mentais O preocupante aumento de jovens viciados em metanfetamina, droga que também é consumida pelas donas de casa e profissionais, alarma as autoridades da Tailândia, um dos centros mundiais de distribuição de entorpecentes. Até um milhão de tailandeses menores de 24 anos admitem ter experimentado drogas, principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Droga sintética conhecida como &#8220;yaba&#8221; provoca sérios transtornos mentais</em></p>
<p>O preocupante aumento de jovens viciados em metanfetamina, droga que também é consumida pelas donas de casa e profissionais, alarma as autoridades da Tailândia, um dos centros mundiais de distribuição de entorpecentes. Até um milhão de tailandeses menores de 24 anos admitem ter experimentado drogas, principalmente a metanfetamina, segundo revela um recente estudo realizado pela Universidade da Assunção de Bangcoc.<br />
Os jovens são mais vulneráveis aos efeitos desta droga sintética, conhecida na Tailândia como &#8220;yaba&#8221; (droga da loucura), que frequentemente causa sérios transtornos mentais, delírios e episódios psicóticos violentos. Um bom número de consumidores deste narcótico é de adolescentes de entre 15 e 16 anos que adquirem uma dose por 300 baht (cerca de R$ 20) nas ruas de Bangcoc, onde se registra 20% do consumo nacional.<br />
Até pouco tempo, na Tailândia a dependência à metanfetamina era um fenômeno quase que exclusivo do setor social de menor poder aquisitivo e entre pessoas marginalizadas, mas agora os viciados também são filhos de famílias ricas, profissionais e donas de casa.<br />
A pesquisa da universidade mostra que 3,7 milhões de tailandeses, 5,6% da população, consumiram entorpecentes ilegais alguma vez em sua vida. Em seu livro &#8220;Merchant of Madness&#8221; (&#8220;Mercadores da Loucura&#8221;, em tradução livre), os jornalistas Bertil Lintner e Michael Black alertam para o aumento do tráfico de metanfetaminas procedentes de laboratórios clandestinos localizados na vizinha Mianmar (antiga Birmânia) e de sua proliferação em todas as camadas da sociedade tailandesa.<br />
&#8220;A pastilha de yaba representa uma ameaça à sociedade maior que a heroína, porque os consumidores não são apenas os viciados tradicionais &#8211; habitantes dos subúrbios, delinquentes e marginalizados -, mas universitários, trabalhadores e motoristas&#8221;, indicam os autores na introdução do livro.<br />
Há algumas semanas, a polícia matou a tiros um homem que, sob os efeitos desta droga sintética, tomou como refém sua esposa e a ameaçou durante várias horas no meio da rua com uma faca. A maioria das metanfetaminas consumidas neste país, com forças de segurança mergulhadas na corrupção, é elaborada em áreas controladas pela guerrilha da minoria étnica wa, no noroeste de Mianmar.<br />
Lintner e Black apontam que a guerrilha do Exército do Estado Unido Wa controla o tráfico de metanfetamina, que suplantou em grande parte o ópio e a heroína que há décadas são produzidos no chamado Triângulo de Ouro, área na qual convergem as porosas fronteiras de Mianmar, Tailândia e Laos. Este lucrativo negócio também contribuiu para o aumento da instabilidade nessa região, principalmente na área do lendário Rio Mekong, uma das principais vias de transporte do sul da China até o Vietnã e que passa por Tailândia, Laos e Camboja.<br />
Em outubro do ano passado, 13 tripulantes de um navio chinês foram assassinados por supostos narcotraficantes durante sua passagem pelo norte da Tailândia e os soldados que encontraram os cadáveres foram detidos depois por sua suposta relação com as quadrilhas de narcotraficantes de metanfetaminas.<br />
em uma tentativa de varrer as drogas das ruas, o governo do ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra empreendeu a polêmica operação &#8220;Guerra contra a Droga&#8221; entre 2003 e 2005, que terminou com 2,5 mil mortos, muitos deles em execuções extrajudiciais, segundo as denúncias feitas pelos grupos de defesa dos direitos humanos.<br />
Segundo relatório das Nações Unidas, em 2010 foram apreendidos no mundo todo 136 milhões de metanfetaminas, quatro vezes mais que em 2008 &#8211; a maior parte na China (58,4 milhões), seguida por Tailândia (50,4 milhões) e Laos (24,5 milhões).<br />
Além do problema de insegurança, não existe uma rede nacional de centros para atender os toxicômanos na Tailândia, onde muitos são tratados em templos como o de Saphan, em Bangcoc, no qual se desenvolvem programas de tratamento em grupo a cargo de monges budistas.<br />
A metanfetamina, sintetizada em 1919 no Japão, é um derivado mais potente da anfetamina que pode ser administrada por via oral, injetável, inalada, fumada ou através das mucosas.<br />
Esta droga sintética produz euforia e alivia a fadiga durante várias horas, mas quando deixa o organismo pode causar transtornos mentais, perda de memória e, com o tempo, patologias graves como a esquizofrenia.<br />
<a href="http://emkt.crfsp.org.br/emkt/tracer/?2%2c841509%2cb1d3faf9%2c9f19%2c1" target="_blank">Clique aqui para ler esta notícia direto da fonte</a></p>
<p>Fonte: Portal R7</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde diz que 5,6% dos adultos brasileiros têm diabetes</title>
		<link>http://www.saocamilo-sp.br/blogfarmacia/?p=2158</link>
		<comments>http://www.saocamilo-sp.br/blogfarmacia/?p=2158#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 06:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.saocamilo-sp.br/blogfarmacia/?p=2158</guid>
		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (9) que 5,6% da população adulta do Brasil têm o diagnóstico de diabetes. O número é menor que o do ano passado, quando 6,3% foram identificados com a doença. Ao longo dos últimos seis anos, no entanto, a tendência é de estabilidade. (Aviso: ao ser publicada, esta reportagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (9) que 5,6% da população adulta do Brasil têm o diagnóstico de diabetes. O número é menor que o do ano passado, quando 6,3% foram identificados com a doença. Ao longo dos últimos seis anos, no entanto, a tendência é de estabilidade.<br />
(Aviso: ao ser publicada, esta reportagem informou corretamente que a pesquisa não diferencia entre os dois tipos de diabetes. Posteriormente, por falha de comunicação, a reportagem teve texto e título alterados às 14h18 para dizer que a pesquisa abordou apenas a diabetes tipo 2. Às 14h50, houve nova alteração para deixar a reportagem com a informação anterior, que estava correta.)<br />
De acordo com o Censo 2010, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), há 134.465.631 pessoas em idade adulta no país. Levando em conta esse número, a população com diabetes fica em torno de 7,5 milhões de brasileiros.<br />
A diabetes se caracteriza pelo acúmulo de açúcar no sangue, aumenta o risco de doenças do coração e do rim e pode levar à cegueira, entre outras complicações.<br />
A tipo 2 é a mais comum, aparece em cerca de 90% dos diabéticos. O pâncreas começa a falhar aos poucos. A doença tem carga genética, mas geralmente está ligada à obesidade e ao sedentarismo, e aparece na fase adulta. Pode ser controlada com remédios e dieta, e injeções de insulina são usadas apenas em alguns casos.<br />
O tipo 1 costuma surgir na infância ou na adolescência. Uma falha no sistema de defesa do corpo leva à destruição das células do pâncreas que produzem a insulina, hormônio que leva o açúcar para dentro das células. Esses pacientes dependem da injeção de insulina pelo resto da vida.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>A pesquisa</strong><br />
Os números foram obtidos pela pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), que coletou informações nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal.<br />
O levantamento, feito anualmente pelo ministério desde 2006, traz um diagnóstico da saúde do brasileiro a partir de questionamentos – por telefone – sobre os hábitos da população, como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, alimentação e atividade física, e doenças, como a hipertensão e a diabetes. Em 2011, foram entrevistados 54.144 maiores de idade de janeiro a dezembro.<br />
Segundo o Ministro, apesar de o número ser menor no Brasil na comparação com outros países, os dados ainda preocupam. &#8220;Temos uma tendência de crescimento do número de pessoas com diabetes no Brasil por causa do aumento do número de idosos, do acesso ao diagnóstico e do crescimento da obesidade.<br />
É preciso reforçar ações de prevenção à obesidade, fazer diagnóstico precoce e promover acesso a medicamentos&#8221;, declarou o ministro.<br />
Os dados foram divulgados pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o Fórum Pan-americano de Ação sobre as Doenças Não Transmissíveis, em Brasília. O Brasil possui destaque na comparação com outros países do continente. De acordo com dados oficiais de cada país, o índice brasileiro é menor que o dos Estados Unidos (8,7%), Argentina (9,6%) e Chile (6,3%).<br />
A capital onde foi identificado o maior percentual da população com diabetes é Fortaleza, onde 7,3% dos adultos são portadores da doença. Em seguida, estão Vitória (7,1%) e Porto Alegre (6,3%). Palmas possui o menor índice, com 2,7% da população. Goiânia (4,1%) e Manaus (4,2%) estão na segunda e terceira posição, respectivamente, dos melhores índices.<br />
Segundo Padilha, as cidades com maior registro de diabéticos geralmente possuem mais idosos e assistência à saúde por meio do diagnóstico. &#8220;Quanto mais idosa a população da cidade, maior a possibilidade de termos um maior número de pessoas com diabetes. Em segundo lugar, quanto maior a cobertura do pré-natal, mais mulheres terão o diagnóstico precoce&#8221;, disse.<br />
O levantamento Vigitel também indica que a doença é mais comum entre os mais velhos. A diabetes aparece em 21,6% das pessoas com mais de 65 anos, e em 15,2% das que têm entre 55 e 64. Na faixa entre 18 e 24 anos o índice cai para 0,6%.</p>
<p><strong>Internações e mortes</strong><br />
De acordo com o ministro, o acesso gratuito a medicamentos de tratamento de diabetes, promovido pelo programa Farmácia Popular, ajuda a melhorar o quadro brasileiro. Segundo ele, dados preliminares apontam que em 2011 houve cerca de 145 mil internações causadas pela doença, contra 148,4 mil em 2010.<br />
&#8220;O remédio de graça contribiu para revertemos o número de internações e a tendência de mortalidade em relação a diabetes&#8221;, disse.<br />
De acordo com a Débora Maltah, diretora do Departamento de Análise de Situação de Saúde do Ministério da Educação, o governo possui um gasto médio anual de R$ 88 milhões com as internações por diabetes. &#8220;Nossa meta é a redução da mortalidade por diabetes e a inclusão de todos os pacientes no tratamento para que tenhamos também redução das internações&#8221;, disse a diretora.</p>
<p><strong>Escolaridade</strong><br />
Segundo a pesquisa, o percentual de adultos com diagnóstico de diabetes é menor conforme o aumento do número de anos escolares. Entre os adultos com 12 ou mais anos de estudo, o índice é de 3,7%, chegando a 7,8% na população com até 8 anos de escolaridade.<br />
De acordo com Déborah Malta, a diferença se dá, provavelmente, pela possibilidade de se adquirir hábitos mais saudáveis. &#8220;Mais anos de estudo é um hábito protetor, provavelmente por hábitos mais saudáveis&#8221;, disse Déborah.</p>
<p><em><strong>Fonte: Folha de São Paulo</strong></em></p>
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		<title>Anvisa e Mapa divulgam nota técnica sobre necessidade de instalações segregadas para fabricação de medicamentos para uso veterinário e uso humano</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 06:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma avaliação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em relação à necessidade de se definir sobre a possibilidade de fabricar e manipular produtos de uso veterinário em instalações destinadas à fabricação de medicamentos de uso humano, resultou nas seguintes decisões: • É tecnicamente aceitável, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma avaliação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em relação à necessidade de se definir sobre a possibilidade de fabricar e manipular produtos de uso veterinário em instalações destinadas à fabricação de medicamentos de uso humano, resultou nas seguintes decisões:</p>
<p>• É tecnicamente aceitável, do ponto de vista de risco sanitário, a produção de produtos de uso veterinário nas mesmas instalações licenciadas para fabricação de medicamentos de uso humano, nos casos em que os produtos veterinários contenham insumos aprovados para uso humano.</p>
<p>• A produção de produtos contendo ativos ou excipientes de uso exclusivo veterinário deve ocorrer em instalações segregadas para produtos de uso veterinário.</p>
<p>• A produção de medicamentos contendo ativos ou excipientes de uso exclusivo humano deve ocorrer em instalações segregadas para produtos de uso humano.</p>
<p>• As empresas que optarem por compartilhar suas linhas produtivas, nas condições estabelecidas acima, ficarão sujeitas a inspeções regulares a serem realizadas pelo MAPA e por entes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), e deverão cumprir integralmente os requisitos de BPF impostos por ambos.</p>
<p><a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/aa0a7f804b296c28a760afa337abae9d/Microsoft+Word+-+NT+Conjunta+ANVISA+MAPA-+Medicamentos+veterinarios+final.pdf?MOD=AJPERES">Clique aqui para visualizar a Nota Técnica na íntegra</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte:  </strong>Assessoria de Comunicação CRF-SP</p>
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		<title>CONTROLE DA QUALIDADE EM COLPOCITOLOGIA</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 06:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises Clínicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um serviço de Citopatologia, a incidência de resultados FALSO-NEGATIVOS (FN) e FALSO-POSITIVOS (FP) é PREOCUPANTE, devido a todas as consequências que acarreta para a mulher e também em virtude dos custos com o tratamento médico. Considera-se o diagnóstico Colpocitológico como FN aquele que ocorre em um exame que tem a lesão do colo do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um serviço de Citopatologia, a incidência de resultados<br />
FALSO-NEGATIVOS (FN) e FALSO-POSITIVOS (FP) é PREOCUPANTE, devido a todas as consequências que acarreta para a mulher e também em virtude dos custos com o tratamento médico.<br />
Considera-se o diagnóstico Colpocitológico como FN aquele que ocorre em um exame que tem a lesão do colo do útero representada no esfregaço examinado, porém não é identificada e/ou é interpretada equivocadamente como alteração inflamatória, reparativa ou secundária à ação radioterápica.<br />
Ao contrário, o diagnóstico FP ocorre em esfregaços em que as alterações inflamatórias, reparativas ou radioterápicas são supervalorizadas e interpretadas como anormalidades pré-malignas ou malignas.<br />
A taxa de diagnósticos FN, segundo dados da literatura, APRESENTA VARIAÇÕES DE ATÉ 68%, fazendo com que alguns serviços percam a credibilidade ou mesmo colocando em dúvida a validade do exame de Papanicolaou na detecção precoce de câncer do colo uterino.<br />
As causas mais importantes de resultados FN são ERROS NA COLETA, na FIXAÇÃO, no armazenamento e transporte, na identificação do material, na coloração dos esfregaços, bem como NO EXAME MICROSCÓPICO E/OU NA INTERPRETAÇÃO DIAGNÓSTICA DAS ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS OBSERVADAS.<br />
Alguns autores afirmam que há evidências de que a maioria dos erros ocorre na fase pré-analítica.<br />
Existem alguns métodos para garantir a qualidade do diagnóstico.<br />
O Ministério da Saúde (MS) recomenda a REVISÃO DE 10% DOS CASOS NEGATIVOS.<br />
No entanto, embora possa detectar falhas, 90% dos exames negativos não são revisados.<br />
Mais recentemente, alguns autores têm recomendado a REVISÃO DE 100% DOS CASOS ESCRUTINADOS, através de um método denominado revisão rápida (RR). Nele, se reexamina a lâmina toda, com uma objetiva de 10 X, em um minuto, observando-se apenas alterações da morfologia celular.<br />
Mais recentemente, alguns autores têm recomendado a revisão de 100% dos casos escrutinados, através de um método denominado revisão rápida (RR).<br />
Matéria Completa:<br />
<a href="http://www.facebook.com/l/xAQHWWjrt/www.scielo.br/pdf/jbpml/v42n6/a07v42n6.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/jbpml/v42n6/a07v42n6.pdf</a></p>
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		<title>Antibióticos voltam a ter crescimento de vendas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 06:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciane Ribeiro Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A venda de antibióticos registrada em março deste ano voltou ao mesmo patamar de outubro de 2010, quando a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) passou a exigir a retenção da receita. A medida provocou a queda imediata nas vendas. Nos últimos meses, porém, o crescimento da saída de antibióticos foi maior que o total [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A venda de antibióticos registrada em março deste ano voltou ao mesmo patamar de outubro de 2010, quando a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) passou a exigir a retenção da receita.<br />
A medida provocou a queda imediata nas vendas. Nos últimos meses, porém, o crescimento da saída de antibióticos foi maior que o total do mercado, diz estudo do sindicato de indústrias do ramo.<br />
Foram vendidas 8,7 milhões de caixas de antibiótico em outubro de 2010, quando a Anvisa anunciou a nova regra para a compra.<br />
Após queda de quase 31% nas vendas, registrada entre o mês do anúncio e fevereiro de 2011, elas voltaram a crescer, chegando a 8,65 milhões de caixas em março de 2012.<br />
A saída de antibióticos desde fevereiro de 2011 cresceu 43,4%, contra 35,5% do mercado total de medicamentos.<br />
A pesquisa é do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo) com dados da consultoria IMS Health, feita a pedido da Folha. Os dados se referem a farmácias (excluem o que é vendido para hospitais e governos).<br />
Para Nelson Mussolini, vice-presidente executivo do sindicato, o levantamento mostra que ninguém toma remédio de que não precisa. &#8220;Até a automedicação é feita com certa responsabilidade.&#8221;<br />
A obrigatoriedade da retenção de receita foi defendida pelo governo e por médicos como uma forma de reprimir o uso indiscriminado.<br />
Para o presidente da SBIm (Associação Brasileira de Imunizações), Renato Kfouri, a volta das vendas ao patamar de 2010 surpreende.<br />
&#8220;A percepção que se tinha é que esse controle geraria a redução do uso indiscriminado. Esse nível surpreende, mesmo descontado o crescimento do mercado.&#8221;<br />
Para o epidemiologista Pedro Tauil, da UnB, os números também são uma surpresa. &#8220;Ou há fornecimento de antibióticos sem receita ou está havendo aumento das prescrições.&#8221;<br />
Os números, diz, reforçam a importância da restrição. &#8220;A medida partiu para atacar o abuso que gerou maior possibilidade de resistência [bacteriana aos remédios].&#8221; O uso incorreto dos medicamentos acaba selecionando bactérias mais resistentes.<br />
O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, afirma que uma explicação possível é o grande crescimento do mercado entre 2010 e 2011.<br />
Outra, diz, é uma confusão sobre a nova forma da prescrição, ainda no fim de 2010, o que pode ter feito as vendas caírem mais que o normal nos primeiros meses da medida.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>ANTI-INFLAMATÓRIOS </strong><br />
A percepção de farmacêuticos de que as pessoas trocariam os antibióticos por anti-inflamatórios para fugirem da necessidade de receita não se confirmou nesse estudo.<br />
Nos dois primeiros meses após o anúncio da Anvisa, houve um aumento da venda de anti-inflamatórios ligeiramente superior ao do mercado, mas não se manteve.<br />
<em><strong></strong></em></p>
<p><em><strong>Fonte: Folha de São Paulo</strong></em></p>
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