nov 29

Art. 1° Está aberto período de inscrição de chapas para a diretoria do Centro Acadêmico de Psicologia “Mathilde Neder” (CAMN) entre os dias 01/12/2011 até 17/02/2012.

Parágrafo único: Em caso de chapa única haverá plebiscito para legitimar ou não a chapa.

Art. 2° As eleições ocorrerão entre os dias 27 e 29 de fevereiro de 2012.

Parágrafo único: A contagem dos votos ocorrerá entre os dias 01 e 02 de março de 2012.

Art. 5° Podem se candidatar todos/as os/as alunos/as do curso de graduação em Psicologia, desde que inscritos/as em uma chapa.

Parágrafo único: Cada aluno/a somente poderá se inscrever em uma única chapa.

Art. 6° As inscrições deverão ser feitas pelo e-mail: capsicosaocamilo@gmail.com com o título da mensagem “inscrição de chapa”, entre os dias 01/12/2011 e 17/02/2012.

nov 22

No encerramento do evento, Juliana Horvath Cambauva Iglesias (Especialista em me…dicina psicossomática pela Associação Paulista de Medicina, psicodramatista pela Sociedade Brasileira de Psicodrama) e Camila Macedo Guastaferro (psicóloga, psicoterapeuta e educadora sexual), ambas membros do Centro de Estudos da Sexualidade Humana – Instituto Kaplan e Associação Fala Mulher, coordenaram uma atividade de vivência psicodramática com o uso um jogo de educação sexual utilizado em atividades de orientação sexual para adolescentes. A atividade contou com todos os participantes do fórum e trouxe, além de muita diversão, reflexões dos valores atuais que todos possuímos sobre os gêneros, a sexualidade e as relações afetivo-sexuais humanas de uma forma geral.

nov 22

O alinhamento entre sexo-genero-desejo e práticas constitui um discurso do biopoder (Judith Butler), que, em um certo momento,também está colocado em algumas leituras psicanalíticas, inclusive da psicanálise lacaniana dos anos 50. Mas noções como a de objeto a e sinthoma permitem escapar do entendimento da passagem pelo Édipo como algo normativo e patologizante. É possivel a escuta ao sujeito que porta certezas identitárias, mesmo que se remeta ao ininteligível do gênero.

nov 22

O psicólogo se refere à pluralidade das expressões de gênero e possibilidades de existência e não à concepção de ‘transtorno’ no que se refere à identidade de gênero: CRP se posiciona a favor de movimentos como o ‘stop transpathologization’.

nov 22

PROGRAMA
1. PSICOLOGIA DIVERSIDADE DE GÊNERO E POLÍTICAS PUBLICAS – Psicóloga Ana Ferri de Barros Conselheira CRP

2. PRATICAS PROFISSIONAIS ENVOLVENDO IMPASSES NAS QUESTÕES DE GÊNERO – Rafael Kalf Cossi Psicólogo e Psicanalista (IPUSP) – Autor de livro sobre Transexualismo

3. DIREITOS HUMANOS E GENERO – Estratégias de diálogo visando a promoção de Saúde – Ana Cristina Santos Vangrelino – Mestre em Psicologia – e Tiago Duque – Doutor em Ciências Sociais – NUCLEO DE APOIO A SAUDE DA FAMILIA DE CAMPINAS

4- PSICODRAMA MEDIADO PELO JOGO EDUCATIVO “Valores em jogo” Instituto Kaplan SP
Juliana Horvath e Camila Guastaferro – PsicólogasDiversidade de Gênero Cartaz 1

ago 31

Palestra da Profa Mathilde aponta, com ilustrações clínicas, a diferença que faz na vida de pacientes e familiares os encontros, a informação (“a paciente, agora informada, pulou e disse ‘eu pensei que estava louca!”), o acolhimento (‘ a criança gritava ‘eu quero minha mãe’;…, depois, pasou a cantarolar ‘eu queeero minha mãe’) e os apontamentos ( ‘mas eu lhe apontei: depende de vc não depender de sua mãe’) levantados por intervenções breves (“não atuei na conflitiva, de forma regressiva, mas com objetivo e tempo limitado”) e grupais (“o grupo conseguiu mostrar ao paciente”, “o grupo pediu para a mãe, culpada pelo que tinha acontecido à filha, vir ao hospital”). Foi um brinde de experiência viva, ou, como Liliane, na foto junto com Denise, do IV SEMESTRE colocou: muita delicadeza e persistência. Um belo modelo em nossas concepções formativas.

Bianca Marciano, Edilene Silva e Mariana Biancalana, discentes do curso, apresentaram a experiência extensionista no Projeto Rondon e no Centro de Humanizacion em Tres Cantos, Espanha. Ficou claro o amadurecimento e encantamento pessoal proporcionados por estas vivências, que estimularam em todos os colegas o interesse por experiências além do currículo formal, proporcionadas por todas as possibilidades inerentes a esta rica fase que é a vida universitária.

ago 31

Palestra da Profa Mathilde aponta, com ilustrações clínicas, a diferença que faz na vida de pacientes e familiares os encontros, a informação (“a paciente, agora informada, pulou e disse ‘eu pensei que estava louca!”), o acolhimento (‘ a criança gritava ‘eu quero minha mãe’;…, depois, pasou a cantarolar ‘eu queeero minha mãe’) e os apontamentos ( ‘mas eu lhe apontei: depende de vc não depender de sua mãe’) levantados por intervenções breves (“não atuei na conflitiva, de forma regressiva, mas com objetivo e tempo limitado”) e grupais (“o grupo conseguiu mostrar ao paciente”, “o grupo pediu para a mãe, culpada pelo que tinha acontecido à filha, vir ao hospital”). Foi um brinde de experiência viva, ou, como Liliane, na foto junto com Denise, do IV SEMESTRE colocou: muita delicadeza e persistência. Um belo modelo em nossas concepções formativas.

ago 30

Coordenadora do Curso de Psicologia Profa Dra. Jonia Lacerda Felício e Dra. Roberta Payá, psicóloga e docente do curso de Terapia Familiar no contexto de Alcool e Drogas – UNIFESP

jun 9

Alunas da turma a se formar em 2012-2

jun 2

A experiência acadêmica na Saúde reflete a concepção da ordem camiliana, de origem confessional, a serviço da pessoa humana no que temos de mais precioso: a vida e a saúde. Os camilianos, representados civilmente por entidades beneficentes na área religiosa, da saúde e do ensino, destacam-se na área da assistência à saúde, que atende especialmente as camadas mais carentes da população.

Neste sentido, consideramos especialmente a experiência da Província Camiliana Brasileira com seus hospitais, 21 deles do Estado de São Paulo; neste estado são mantidas instituições do porte do Hospital São Camilo Pompéia, o Hospital São Camilo Santana, o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer e o Hospital São Camilo Ipiranga. Há que se destacar também o trabalho realizado em dezenas de creches e abrigos para idosos, clínicas, postos de saúde e outros equipamentos sociais.

Foi natural que, com o tempo, o aprofundamento de toda esta experiência assistencial e de formação acadêmica em cursos na área da saúde dirigisse o Centro Universitário São Camilo à formação em Psicologia, considerando que este é um campo de conhecimento e atuação fundamental para a expansão e sustentação de uma práxis social e em saúde.  A inserção da Psicologia na carteira de cursos desse centro formador considera a urgência da ação e prevenção sobre a Saúde Mental na contemporaneidade, que tem como um dos efeitos da globalização uma tendência à prioridade da tecnologia sem uma devida ênfase nos valores humanos.

A partir desta avaliação, empreendeu-se o trabalho de elaboração do Projeto Pedagógico do curso de Psicologia por profissionais e docentes já pertencentes ao Centro Universitário São Camilo; conhecedores dos valores e experiência camilianos, eles priorizaram o diálogo entre a visão da instituição com o está colocado nas Diretrizes Curriculares Nacionais, conforme a resolução nº 8, de 7 de maio de 2004 do Conselho Nacional de Educação. O Projeto Pedagógico resultante subsidiou o processo dirigido ao MEC, de solicitação de autorização para abertura do curso, que gerou a vistoria in loco, realizada em  22.07.2006. Conforme consta da Portaria nº 1.065 de 08/12/06, publicada no D.O.U em 11/12/06, os avaliadores consideraram que a Instituição e o Curso atendiam em 100 % todas exigências dispostas no assim chamados “Aspectos Essenciais” e nos “Aspectos Complementares”, correspondentes à qualidade das condições de gestão institucional, incluindo a coerência entre a estrutura organizacional e a prática administrativa em termos de suficiência e consistência administrativa e didático-pedagógica, assim como foi atestada também a plena adequação do Projeto Pedagógico do curso. Por isto, foi recomendada a abertura do curso de graduação em Psicologia. Os avaliadores consideraram o mérito da Instituição ter ela própria realizado o Projeto Pedagógico do curso e sua clareza na redação do texto,  que refletia um elevado grau de comprometimento dos docentes com a Instituição e com um projeto do curso em acordo às Diretrizes Curriculares do curso de Psicologia e focado na realidade a qual a instituição está inserida.

A vistoria do MEC propiciou ricas reflexões e discussões na instituição, e foram implementadas algumas sugestões dos vistores, formalizadas noConselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da São Camilo. Estas trataram do fortalecimento das ênfases “Psicologia social comunitária” e “Psicologia clínica na saúde” , com disciplinas e estágios mais claramente específicos para cada uma delas. Foram  incluidas disciplinas como  Saúde Pública, antecipando a disciplina ‘Fundamentos em Psicologia da Saúde’, e o primeiro estágio de ênfase, ‘Ações e Organizações comunitárias’.

 As ênfases passaram a ser oferecidas alternadamente, dando chance ao aluno de optar por cursar disciplinas ou estágio de uma ênfase que não é a que ele escolheu cursar de forma completa, caso ele tenha condições e interesse em acrescentar estes outros conteúdos e experiências em seu trajeto acadêmico. Com estas readequações, foi realizada a abertura do curso no segundo semestre de 2007. A implantação do curso contou com toda a qualidade da infra-estrutura institucional de ensino do Centro Universitário São Camilo, que dispõe dos alicerces necessários para o desenvolvimento das atividades formadoras, incluindo as práticas e estágios junto à comunidade externa, em instituições conveniadas, além da colaboração das próprias organizações camilianas, na área social e de saúde. Houve espaço para uma reflexão contínua de todos os atores institucionais envolvidos, alunos, docentes e gestores, e as propostas curriculares foram concretizadas. 

 Constatou-se a pertinência da formação que havia sido concebida, onde predominam inicialmente componentes curriculares mais próximos às interfaces biológicas e sociais, com especial investimento nas competências de atuação grupal e institucional e oferecimento paralelo de um eixo longitudinal de oficinas vivenciais, de desenvolvimento pessoal e profissional.  Este precoce diálogo prático-teórico sustenta ricas experiências discentes no estágio em intervenções grupais e comunitárias, já no meio do curso. Com a bagagem destas práticas supervisionadas, segue-se um claro aprofundamento dos estudos nas teorias psicoterapêuticas, em pelo menos três abordagens. As complexas nuances dos estágios de caráter mais individual, em Psicologia Clínica na Saúde e em Diagnóstico Psicológico, são empreendidas a partir do VII semestre, seguidas pelas intervenções psicoterápicas em Atendimento Clínico, nos dois últimos semestres do curso. 

Conseguiu-se evitar  momentos curriculares exclusivamente teóricos ou práticos e garantiu-se uma formação grupal e institucional de qualidade, além das tradicionais capacitações do modelo clínico mais tradicional que seguem-se a ela.

Sempre contando com docentes titulados e especializados nas áreas em que atuam em docência, o coletivo do curso empreendeu experiências extensionistas que fortaleceram a expanção e identidade do Curso de Psicologia. Além dos eventos extensionistas, foram realizadas práticas supervisionadas em organizações e comunidades e no Serviço de Psicologia na Clínica-Escola PROMOVE, parceiro às concepções formadoras dispostas no Projeto pedagógico.

Este cotidiano institucional, balizado pela assinatura camiliana, um nome reconhecido na comunidade e no mercado de trabalho, propiciou o acolhimento do Curso de Psicologia no meio acadêmico e na sociedade, o que se refletiu no gradual aumento do corpo discente. Assim, segue adiante o percurso camiliano em constituir uma colaboração consistente com os valores bioéticos na formação em Psicologia no Brasil, que exige uma atuação contextualizada na realidade brasileira, de clara proximidade entre ciência e os contextos culturais, institucionais e comunitários do nosso entorno. Isto, para darmos conta da exclusão social e das fragilidades na assistência em Saúde a pessoas e grupos não alcançados pelos dispositivos formais, inclusive os educacionais, de quem se espera então uma contínua atenção ao risco permanente de discursos e práticas remetidas à indevida patologização do excluído.

« Previous Entries